Meher Baba disse "Eu sou o "Ancião" (Ancient One), eternamente lembrado e adorado no passado, antecipado no futuro e ignorado no presente". Ele explicou que o "Ancião" é a primeira alma que viajou através de toda a criação, partindo da consciência mais limitada para chegar na meta da criação: A Consciência Infinita.

       Tendo conseguido isto, Ele, como Essência Completamente Realizada, ou seja, o Deus-Homem ou o Cristo, experimenta a consciência de Bem-aventurança, Poder e Sabedoria Infinitos; ao mesmo tempo, o Deus-Homem tem consciência de ser atado a todas as formas e seres que ainda não têm consciência de si mesmos, para o que, na realidade, nós todos somos: Um só Oceano de Amor, infinito e indivisível.

       O Cristo, também conhecido como o Avatar, desce, de vez em quando, na Sua própria criação, para dar um impulso espiritual e, dentro dos limites do nível de preparação de cada indivíduo, para acordar a Si mesmo, o Verdadeiro Eu, que está adormecido em cada um. O destino final de cada ser é vir a ter consciência de que somente Deus é Real, e que é o verdadeiro Eu de todos os ilusórios eus finitos.

       Meher Baba afirma que tais seres como Zoroaster, Ram, Krishna, Buda, Jesus e Maomé são todos a mesma manifestação, o mesmo "Ancião", com a mesma Mensagem de Amor oferecida e expressa dentro das circunstâncias espirituais de cada determinada época.

       Era após era, com a passagem do tempo, estas várias infusões de Amor Divino se tornam incrustados de rituais e de costumes e o fluxo do Amor fica bloqueado pelas religiões que estão mais interessadas em rituais e doutrinas, do que na simples verdade de entregar-se ao Amor. Por este motivo que o Avatar volta sempre, para dar uma nova injeção do Seu Amor e da Sua Verdade.
O Avatar
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